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A Educação e a Sociedade


A INFORMÁTICA E O ENSINO FUNDAMENTAL

RESUMO: O uso do computador no Ensino Fundamental vem sendo difundido em todo o país, porém ainda não há consenso quanto à forma de utilizá-lo. Às vezes, utilizado como chamariz mercadológico, outras como um equipamento para atividades extra-classe, raramente é utilizado como ferramenta pedagógica. Embora, tenha se tornado lugar comum associá-lo ao progresso e à modernidade, há vozes discordantes. Seja como for, o grande desafio diante da revolução tecnológica que se faz cada vez mais presente na educação e no cotidiano da população de todo o planeta é integrar tecnologia, ética e educação, buscando uma sociedade onde não haja a dicotomia entre a cultura humanística e a cultura técnica.

A integração entre educação, tecnologia e sociedade é uma questão que se coloca a todos aqueles que discutem a história da educação, a pedagogia e as relações sociais no mundo atual. De um lado, não é possível escamotear a presença cada vez mais constante da tecnologia no dia-a-dia dos cidadãos do mundo inteiro. Desde o saque bancário num caixa eletrônico, passando pelo exercício do voto nos sufrágios que se fazem na maioria das vezes através de urnas eletrônicas, até as complicadas operações envolvendo as grandes empresas, as bolsas de valores, enfim, a onipresença da informática torna impossível desconsiderá-la ao pensar as relações humanas no início do terceiro milênio.

Não obstante ser facilmente encontrado ainda hoje um grande número de escolas públicas sem energia elétrica, outras funcionando em galpões e até mesmo debaixo de árvores, é cada vez maior a demanda pela informatização nas escolas públicas e privadas do país. Essa discrepância entre as escolas das regiões centrais e urbanizadas e as escolas rurais, periféricas e, principalmente, das regiões Norte e Nordeste do país, reflete a desigualdade social e econômica do país. Mesmo assim, é possível afirmar que a ausência dos computadores, quase sempre, é entendida como atraso e acredita-se que um indivíduo sem conhecimentos básicos sobre informática será marginalizado social e profissionalmente. Ao mesmo tempo, corre-se o risco de discutir a informática educativa como panacéia capaz de resolver todos os problemas educacionais e o computador ser apresentado como o elemento mais importante da relação pedagógica, ao invés de mero auxiliar de ensino.

Há hoje diversos estudos que buscam redimensionar a prática educativa e valorizar a utilização da informática como ferramenta pedagógica, que facilite aos estudantes o desenvolvimento das habilidades cognitivas. Entre os princípios que norteiam esses estudos estão a importância de reconhecer que professores e livros didáticos não possuem a verdade finalizada, que o computador pode ser uma ferramenta de experimentação, um espaço onde o aluno possa procurar e, aos poucos, dominar uma nova linguagem. Pressupõe-se também uma mudança nos papéis tradicionalmente desempenhados por professores e alunos. Os primeiros deixariam de ser aqueles que repassam informações, convertendo-se em coordenadores de um trabalho de pesquisa. Os últimos deixariam de ser aqueles que recebem passivamente as informações, transformando-se naqueles que buscam e analisam dados.  A pesquisa de Brasileiro, publicada pela editora da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra o óbvio: as escolas privadas têm sempre melhor infra-estrutura em termos de informática que as públicas. Porém, seu trabalho procura também analisar se as escolas utilizam o computador e a informática como ferramenta pedagógica, como atividades extra-classe ou apenas como chamariz mercadológico. Nesse item, as conclusões são preocupantes... Em algumas escolas públicas encontra-se a disposição dos educadores em utilizar os computadores como ferramentas pedagógicas, elaborando projetos pedagógicos e buscando ministrar os conteúdos escolares através da informática, levando os alunos a pesquisarem e a criarem a partir dos mesmos. Esbarram, porém, quase sempre no pequeno número de computadores, nos altos preços dos softwares, no despreparo dos profissionais... Noutras, também públicas, o computador é utilizado para atividades extra-classe e são oferecidos cursos básicos de computação aos alunos e à comunidade escolar. Sem desmerecer essa iniciativa que tem como pontos positivos o fato de oferecer uma qualificação ainda que mínima aos alunos e, principalmente, de aproximar a comunidade da escola, é preciso afirmar que essa prática está ainda muito distante das reais possibilidades de um trabalho pedagógico com a informática. Na verdade, continuam sendo reafirmadas as práticas pedagógicas tradicionais e a informática sendo utilizada como algo estanque, completamente isolada do mundo pedagógico e da relação ensino-aprendiazagem.



Escrito por Fernanda às 16h37
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Mini-conto

" Se um dia você olhar para o céu, e não ver as estrelas... Se liga já amanheceu"



Escrito por Fernanda às 20h01
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As relações entre a escola e a sociedade civil

A escola pública é um órgão do Estado que presta diretamente serviços educacionais, distinguindo-se de outros órgãos públicos por suas funções e
de organizações privadas por sua natureza. Porém, é preciso reconhecer que as práticas educacionais, além de também serem atribuição da escola particular, ocorrem em diferentes lugares e são realizadas por diversos agentes. De modo geral, a escola e seus professores se destacam por estarem organizados para realizar sistematicamente tais práticas. Mas outros lugares e agentes podem também ser proeminentes na dimensão educacional, pela intensidade de sua atuação, como ocorre com a família, ainda que neste século ela tenha mudado muito em sua composição básica, nas relações internas de autoridade e nas suas funções econômicas. Não somente pela intensidade, mas também pelo grau de influência na formação de opiniões e condutas, têm grande relevância educativa os meios de comunicação de massa, e em especial o rádio e a televisão.

Os serviços educacionais no Brasil alcançaram uma grande abrangência, sobretudo no que hoje é denominado Ensino Fundamental regular, para crianças e jovens na faixa etária de 7 a 14 anos. A cobertura ainda não é universal, como a Constituição Federal determina e, embora uma pequena percentagem dessa faixa não esteja freqüentando escolas, compõe um contingente de cerca de três milhões de brasileiros. Muito maiores são os déficits de creches e pré-escolas para crianças de zero a seis anos, assim como de serviços de Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio) para jovens e adultos que não conseguiram completar sua escolaridade e, ainda, para aqueles que são portadores de necessidades educativas especiais.

Fonte: http://www.acaoeducativa.org

 



Escrito por Fernanda às 20h00
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    mini-conto

Traga lenha para apagar o fogo, hehehe!!!

  



Escrito por Fernanda às 20h19
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AS FUNÇÕES DO PROCESSO EDUCACIONAL


A pesar das profundas diferenças que separam as correntes sociológicas que se ocuparam da questão, e que não podem ser ignoradas, existe entre elas um ponto de encontro: a educação constitui um processo de transmissão cultural no sentido amplo do termo (valores, normas, atitudes, experiências, imagens, representações) cuja função principal é a reprodução do sistema social. Isto é claro no pensamento durkheimiano, ao afirmar:
Em resumo, longe de a educação ter por objeto único e principal o indivíduo e seus interesses, ela é antes de tudo o meio pelo qual a sociedade renova perpetuamente as condições de sua própria existência. A sociedade só pode viver se dentre seus membros existe uma suficiente homogeneidade. A educação perpetua e reforça essa homogeneidade, fixando desde cedo na alma da criança as semelhanças essenciais que a vida coletiva supõe
(DURKHEIM)

Fonte: Alberto Noé

Publicado na Revista Avaliação, setembro 2000

 

 

 



Escrito por Fernanda às 20h16
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 Mini-Conto

  Luz no fim do túnel não há, nem no meio, nem início....Xiiii será o apagão!!!!

 



Escrito por Fernanda às 15h58
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Exclusão Social

 Exclusão social identifica "os grupos e indivíduos que vêm sistematicamente perdendo seus direitos de cidadania, que se encontram carentes dos meios de vida e fontes de bem-estar social, com baixíssimos rendimentos, falta de moradia, de acesso à educação e saúde, e que não encontram meios de se inserirem no mercado de trabalho".Dois aspectos são considerados como a base da cidadania: a possibilidade de acesso de toda a população a um determinado padrão de qualidade de vida comum de um referido grupo social e às possibilidades objetivas da população decidir sobre os destinos e os rumos da sociedade em que vivem.

Essas condições mínimas para as pessoas conseguirem uma qualidade de vida aceitável dentro dos parâmetros de cidadania vão além da manutenção da vida orgânica, dada pela satisfação das necessidades alimentares e nutricionais elementares, estando também intimamente ligada à obtenção de renda e de educação com qualidade, pois sem esses princípios, a inserção na sociedade e no mundo do trabalho, torna-se precária.A falta de participação política torna os indivíduos submissos a uma dimensão do destino enquanto condição inexorável, que despolitiza as relações sociais e remete a solução dos problemas a uma esfera intransponível, sobre a qual os indivíduos perdem a capacidade de controle, situando-se fora do domínio da história. Tanto a aceitação do destino como fatalidade como o não acesso, pela falta de renda, aos bens materiais e simbólicos que a sociedade pode oferecer, são formas expressivas de manifestação da exclusão social.Na sociedade atual, o Estado Moderno é responsável pela função redistributiva, pois ele deve assegurar as políticas globais e articuladas como moderadoras das desigualdades sociais e econômicas e de responder ao aumento das demandas no contexto de uma maior divisão do trabalho e expansão do mercado, na sociedade de massas.A educação é portanto, dever do Estado e direito do cidadão, pois sendo concebida como valor social, reflete-se como instrumento da sociedade para efetivar o processo de formação e construção da cidadania.

Entretanto, a evolução das idéias relativas à educação, e principalmente à avaliação, consolidam-se em torno dos valores econômicos, como conseqüência do rápido desenvolvimento tecnológico e da nova ordem globalizada. A Educação passa a ser direcionada para o novo estilo de desenvolvimento, reproduzindo as relações de poder e subordinação, presentes neste modelo. Para acabar com a exclusão, portanto, é necessário que se restabeleçam as bases de uma economia e uma política que permita que as relações humanas se dêem a partir dos princípios de equidade, justiça social e participação cidadã nas diferentes instâncias de decisões, e a educação cidadã será a principal ferramenta para construção dessa sociedade. 

Fonte: Mammarella



Escrito por Fernanda às 15h45
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"Exclusão Escolar"

Autor: Ana Archangelo Guimarães

Buscar na Web "Ana Archangelo Guimarães"

Quando: 08/2004

EXCLUSÃO ESCOLAR O problema da exclusão escolar está fortemente ligado a outros processos de exclusão. Formulações conceituais têm considerado como uma de suas causas prioritárias a falta de recursos materiais, e não têm dado a devida atenção a aspectos subjetivos. Os recursos pessoais, quando considerados, são estritamente relacionados àquilo que é obtido através da educação formal. Este trabalho, entretanto, considerou os recursos pessoais na tentativa de entender a exclusão escolar, mais especificamente, a recusa em voltar para a escola a despeito de políticas públicas voltadas para este fim. O que deve ser salientado é que a vulnerabilidade relativa à evasão tem diferentes níveis e todos devem ser levados em conta para que se compreenda por que parcela dos jovens evadidos não responde positivamente às propostas de reinserção. É evidente que as políticas públicas devem ser investigadas em profundidade, bem como a dinâmica da instituição escolar, que é conhecida por ser excludente, tal como a sociedade em que se insere. Mas isso não basta. É fundamental que se investigue a vida que os jovens vivem fora da escola. Desta, extraem parte do discurso e de suas práticas que dão alguma coerência ao que sentem e fazem. Nesta são produzidas fantasias inconscientes que interagem com os aspectos da realidade. Desse background, os jovens concluem que, apesar de dolorosa, a exclusão escolar é algo que pode ser compartilhado entre parentes e amigos. A exclusão converte-se em um ‘vocabulário’ aceito e aceitável, que não demanda maiores justificativas. Ainda que responsável por danos e empobrecimento, essa ruptura é significativa para o sujeito que abandona a escola. Contudo, o fracasso diante das experiências escolares, de uma perspectiva psicanalítica, não deixa de ser um ato violento contra meninos e meninas que não apresentam ego suficiente para a integração dessa vivência. O que as pessoas e a sociedade recebem em retorno a essa violência inicial é uma enorme dificuldade de reinserção desses jovens ao contexto escolar. Além disso, a sociedade deve aceitar o fato de que muito do esforço empreendido para entender e resolver o problema da evasão, tal como políticas públicas e mesmo pesquisas acadêmicas, serão interpretadas por esses jovens como a confirmação do lugar que eles acreditam ser deles.



Categoria: Citação
Escrito por Fernanda às 21h17
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A educação e a sociedade atualmente

    Bom como ainda não tinha deixado meu recado sobre o meu tema segue uma reflexão no qual eu acredito:

 Atualmente vivemos em uma sociedade do saber. O desafio é de permitir ao maior número de pessoas o acesso ao saber.Vivemos em uma sociedade aprendente. Os estudos são cada vez mais longos e custam cada vez mais caro. O desafio é fazer melhor com um custo menor possível. É a busca pela eficiência da escola. Em uma sociedade organizada em rede e isto pode ser visto do ponto de vista tecnológico e social. Do ponto de vista social há uma fragmentação. A chamada tribalização da sociedade é feita por pessoas de culturas e religiões diferentes. O desafio é permitir a todas as crianças viver juntas sem conflitos. É um desafio colossal. Do ponto de vista tecnológico, é necessário se apropriar das novas tecnologias para estabelecer ferramentas de análise e ação e não somente de serviços. É preciso cuidar para que não haja exclusão por falta de acesso à internet.

Espero que tenham gostado do meu comentário

Bjos

Escrito por: Fernanda



Escrito por Fernanda às 14h15
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A Educação e a Sociedade

http://educacaoesociedade.zip.net

Para todos que entrarem em meu blog, estou publicando este blog pois estou cursando Administração e Supervisão Escolar na Universidade São Judas Tadeu onde tenho tecnologia educacional uma matéria ministrada pelo professor Jarbas Noveli Barato. O mesmo pediu para nós alunas que fizessemos um blog com tema livre eu acredito que ele queira que nós recém-formadas em Pedagogia interagissemos mais com a tecnologia e que fizessemos o nosso comentário sobre o tema escolhido Abraços, Fernanda



Categoria: Link
Escrito por Fernanda às 00h24
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